OPAS/OMS e laboratórios adotam diretrizes comuns para aprimorar identificação de casos de zika

Objetivo é estabelecer um novo algoritmo para detectar casos de zika com maior precisão. A existência da dengue e chikungunya na região dificulta a identificação da doença.

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) e a Rede de Laboratórios de Diagnóstico de Arbovírus (Relda) das Américas anunciaram um acordo no final de fevereiro, em Porto Rico, sobre novas diretrizes comuns para o processo de identificação e confirmação de casos de suspeita de zika. A OMS, junto com a comunidade científica, busca desenvolver exames mais precisos para detectar o vírus. “Com a dengue e a chikungunya circulando na região, diagnosticar o zika é um grande desafio”, afirmou María Guadalupe Guzmán, presidente da Relda, em encontro organizado pela OMS na capital de Porto Rico, San Juan.

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